segunda-feira, 27 de julho de 2009

Gripe Suína (H1N1)... Lavar as mãos?


Há algum tempo atrás, devido a um fato que comigo acontecera, resolvi escrever um artigo sobre a importância de se lavar as mãos manendo-as limpas e como era necessário conscientizar todo o pessoal da Saúde. Na busca por material que me fundamenta-se, acabei por desdobra-lo em três artigos. Dois estão na Internet: http://www.webodonto.com/ e ou outro: http://farmaconline.ufg.br/. O terceiro acha-se publicado na Revista da ABO Regional Valença, n.3. Ali encontram-se regiradas todas as referências utlizadas. Hoje, diante dessa gripe H1N1que teima em nos perseguir, vejo o quão importante é a divulgação deste procedimento tão simples e ao mesmo tempo ou por isso mesmo, tão desdenhado. E, vejam, não é só para a transmissão da gripe, qualquer gripe, mas quaqlquer doença/infecção com a qual tenhamos contato pelas mãos, pelo toque de nossas mãos.
Conta-se que nas civilizações antigas, não se conhecia a fonte das infecções, aceitando-se que a transmissão das doenças ocorria somente pelo contato. Em 1884, Kock demonstrou que a Tuberculose podia ser transmitida pelo aerossol, pela boca e pelo trato respiratório. Pesquisas demonstravam que o resonsável podia ser destruído ou impedido pela ação de uma substancia química - surgiam os antissépticos, que viriam a dminuir sensivelmente os casos de infecção puerperal quando um de seus representantes, a soluçao de hipoclorito (soda clorada) foam usados para lavar as mãos antes de procedimentos clínico-cirúrgicos. Estatísticas da OMS Organização Mundial de Saúde demonstram que 1/4 dos pacientes que vão ao consultório, levam consigo inúmers doenças "prontinhas" para serem transmitidas. Apesar disto, há um desdém dos profissionais de saúde. Outro dia assistindo a uma entrevista na TV, um infectologista mecionou que ao conversar com um colega no hospital sobre o hábito de lavar as mãos, este respondeu que "se fosse lavar as mãos cada vez que atentndess a um paciente", perderia muito tempo de seu horário de trabalho, uma vez que os lavatórios nem sempre estão próximos a ele.
O infectologsta chamou a atenção para o fato de que este procedimento - lavar as mãos - , deve ser feito com regularidade e que se não há como colocar uma "pia em cada esquina" dos corredores por onde o médico circula, que pelo menos se coloque recipientes com antissépticos que permitam ao profissnal realizar uma higiene aceitável, levando a, pelo menos, diminui o índice de transmissibilidade das infecções.



Outro ponto para o qual se deve chamar a atenção, é que o uso de luvas não elimina a necessidade de higiene ds mãos. Da mesma forma, a higiene das mãos -lavagem com água e sabão - não elimina a necessidade do uso das luvas.

Um comentário:

Patricia disse...

Regina, esses artigos que vc me deu para ler temos atras lembra? Não saiu da minha cabeça, volta e meia eu faço menção deles com as pessoas.
Abs
Patricia